Só fomos rareando aos poucos a conversa, e o “oi tudo bem” cada semana mais mecânico. As novidades que apareciam já não tinham razão de serem divididas: porque, sem convivência, que graça tem ficar compartilhando a vida? Na verdade, acho que a gente foi é se acostumando à ausência. E quando viu, já não se precisava mais.
Mas quando não há afinidade que una, nem amizade verdadeira que prenda, a paixão vai dando as costas e carregando com ela qualquer motivo pra ainda estar perto. Você e eu bem que tentamos. Mas uma hora dessas, a gente se perdeu.
Ass: L.M
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